2005. Dia Santo Na Lém Di Mulato

Estamos já perante o autor maduro, seguro e lúcido, mas dessa forma de lucidez que não dispensa o condimento de uma pitada de loucura. A previsibilidade, neste caso, não é um risco, mas a confirmação de um percurso e a garantia de uma obra, que instala em nós a estranheza expectante de não sabermos até onde vai esta delirante imagerie que Mito faz desfilar perante os nossos olhos.

 

 

 

 

2005. Promessa Di Marlargo

Todo o homem, quando é forçado a deixar a lagoa do seu umbigo, passa a viver numa espécíe de estado dual.

 

 

 



 

 

2004. Timenti Lua Ka Subi

O imaginário do Homem sempre se viu habitado pela poética das ilhas como luminárias de diferentes expressões de identidade. Entendida como arquipélago de vivências, a pintura de Mito sempre se fez habitar pelo idioma crioulo, ele próprio arquivo plural de cultura e memória.

 

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